Democracia Portuguesa - o seu lado podre que ninguém quer ver mas que todos participam


A nossa democracia - O País vai mal... é verdade! É preciso continuar a pedir sacrifícios aos portugueses. Mas como é que chegámos tão fundo?! Não há dinheiro, dizem... Já agora, talvez seja bom ver ficar em que condições e nível de vida andam aqueles que pedem sacrifícios ao português médio e ao que vive com o salário mínimo. É isso que blog pretende: abrir os olhos de todos para a hipocrisia dos nossos governantes.Todos os dados revelados neste blog são informações reunidas por várias fontes de email, sendo por isso, não comprovadas a total veracidade. Pretende-se com este blog discutir e investigar a sua veracidade para incentivar o povo a agir e a defender os seus seus direitos democráticos. Todas as pessoas são convidadas desde já a participar neste blog e a divulga-lo.

É BOM QUE TODOS SAIBAM COMO SE GOVERNA E QUEM NOS GOVERNA…
MAS HÁ MUITO MAIS! TODOS CONHECEM EXEMPLOS DE
“DESGOVERNO”, DESUMANIDADE E PRECARIEDADE NO
EMPREGO, INJUSTIÇA SOCIAL, “MORDOMIAS E PRIVILÉGIOS”
PARA UNS TANTOS “FELIZARDOS”…
Vamos reagir e dizer nas próximas eleições: BASTA!!!

Por uma verdadeira democracia...

9.29.2010

Primeiro-Ministro Processado


"Acusação é de "negligência"

Parlamento islandês processa primeiro-ministro que governava quando país faliu


Para julgar Haarde, que se demitiu em Janeiro de 2009, anunciando sofrer de um cancro, será criado um tribunal especial, o Tribunal Superior de Justiça (Landsdomur). A medida foi aprovada por 33 votos a favor e 30 contra. 

A actual chefe do Governo, a social-democrata Johanna Sigurdardottir, votou contra. O número 2 do Executivo, o ministro das Finanças Steingrimur Sigfusson, do Partido de Esquerda-Verdes, votou a favor. Haarde, de 59 anos, do Partido da Independência, é um conservador e eurocéptico, ao contrário da coligação no poder, que iniciou o processo de adesão à União Europeia.

Após a falência do sistema financeiro nacional, muitos islandeses perderam o emprego ou as suas poupanças. Haarde foi visto como culpado de não ter agido para travar o desenrolar da crise mais cedo, que acabou por obrigar o Governo a tomar o controlo, à pressa, dos três maiores bancos do país – e o crescimento da Islândia, um pequeno Estado com cerca de 300 mil pessoas, dos últimos anos tinha-se feito muito à custa dos mercados financeiros.

Haarde apoiou sempre o impopular governador do Banco Central, David Oddsson, responsável pela liberalização do sector financeiro nos anos 1990, quando foi primeiro-ministro. 

Em meados do mês, uma comissão parlamentar tinha recomendado que não apenas Haarde mas também três dos seus ministros fossem processados. Mas o Parlamento decidiu não perseguir judicialmente os outros ex-governantes. 

Aquela recomendação seguia as conclusões do Relatório Verdade publicado em Abril pela Comissão de Inquérito Especial. Este concluía ter havido enorme negligência por parte dos dirigentes políticos e dos banqueiros islandeses, na altura em que o sistema financeiro do país se afundou.

Para julgar Haarde, que se demitiu em Janeiro de 2009, anunciando sofrer de um cancro, será criado um tribunal especial, o Tribunal Superior de Justiça (Landsdomur). A medida foi aprovada por 33 votos a favor e 30 contra. 

A actual chefe do Governo, a social-democrata Johanna Sigurdardottir, votou contra. O número 2 do Executivo, o ministro das Finanças Steingrimur Sigfusson, do Partido de Esquerda-Verdes, votou a favor. Haarde, de 59 anos, do Partido da Independência, é um conservador e eurocéptico, ao contrário da coligação no poder, que iniciou o processo de adesão à União Europeia.

Após a falência do sistema financeiro nacional, muitos islandeses perderam o emprego ou as suas poupanças. Haarde foi visto como culpado de não ter agido para travar o desenrolar da crise mais cedo, que acabou por obrigar o Governo a tomar o controlo, à pressa, dos três maiores bancos do país – e o crescimento da Islândia, um pequeno Estado com cerca de 300 mil pessoas, dos últimos anos tinha-se feito muito à custa dos mercados financeiros.

Haarde apoiou sempre o impopular governador do Banco Central, David Oddsson, responsável pela liberalização do sector financeiro nos anos 1990, quando foi primeiro-ministro. 

Em meados do mês, uma comissão parlamentar tinha recomendado que não apenas Haarde mas também três dos seus ministros fossem processados. Mas o Parlamento decidiu não perseguir judicialmente os outros ex-governantes. 

Aquela recomendação seguia as conclusões do Relatório Verdade publicado em Abril pela Comissão de Inquérito Especial. Este concluía ter havido enorme negligência por parte dos dirigentes políticos e dos banqueiros islandeses, na altura em que o sistema financeiro do país se afundou."

Ints Kalnins/REUTERS 

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