Democracia Portuguesa - o seu lado podre que ninguém quer ver mas que todos participam


A nossa democracia - O País vai mal... é verdade! É preciso continuar a pedir sacrifícios aos portugueses. Mas como é que chegámos tão fundo?! Não há dinheiro, dizem... Já agora, talvez seja bom ver ficar em que condições e nível de vida andam aqueles que pedem sacrifícios ao português médio e ao que vive com o salário mínimo. É isso que blog pretende: abrir os olhos de todos para a hipocrisia dos nossos governantes.Todos os dados revelados neste blog são informações reunidas por várias fontes de email, sendo por isso, não comprovadas a total veracidade. Pretende-se com este blog discutir e investigar a sua veracidade para incentivar o povo a agir e a defender os seus seus direitos democráticos. Todas as pessoas são convidadas desde já a participar neste blog e a divulga-lo.

É BOM QUE TODOS SAIBAM COMO SE GOVERNA E QUEM NOS GOVERNA…
MAS HÁ MUITO MAIS! TODOS CONHECEM EXEMPLOS DE
“DESGOVERNO”, DESUMANIDADE E PRECARIEDADE NO
EMPREGO, INJUSTIÇA SOCIAL, “MORDOMIAS E PRIVILÉGIOS”
PARA UNS TANTOS “FELIZARDOS”…
Vamos reagir e dizer nas próximas eleições: BASTA!!!

Por uma verdadeira democracia...

1.16.2011

JP Sá Couto já não vai a tribunal por alegada fraude no IVA

"O processo movido contra a JP Sá Couto por alegada fraude na cobrança e pagamento do IVA terá sido arquivado."

JP Sá Couto já não vai a tribunal por alegada fraude no IVA

"De acordo com a Rádio Renascença, a detentora das marcas Magalhães e Tsunami não terá de ir a tribunal por já ter expirado o prazo do direito à liquidação da prestação tributária.
A lei atual determina que a acusação dos infratores - e em consequência o pagamento da dívida fiscal que, alegadamente, está em falta - seja extinta sempre que o prazo de liquidição expira.
A expiração do prazo também terá impedido o juiz de prosseguir com o processo, uma vez que a existência de crime tem por pressuposto a situação tributária dos alegados infratores - requisito que não pode ser cumprido, uma vez que o prazo da dívida já expirou.
Além da administração da JP Sá Couto o caso envolvia mais 40 arguidos, que as autoridades acusaram de, concertadamente, terem escapado ao pagamento do IVA entre 1998 e 2001.
Segundo a acusação, o Estado terá perdido cinco milhões de euros com a fuga ao IVA."

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